quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Aporte do BNDES para energia eólica deve crescer 309% em 2011

Leilões de energia fazem demanda disparar e desembolsos passarão de R$808 milhões para R$2,5 bilhões
O primeiro leilão de energia voltado exclusivamente para parques eólicos, promovido pelo governo em dezembro de 2009, alavancou os financimanetos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empreendimentos do setor.
Em 2010, o desembolsos do banco na área foram de R$808 milhões, impulsionados exclusivamente pelo Proinfa. O desempenho já marcava uma expansão de 724% frente aos R$98 milhoes aportados em 2009, mas ainda não refletia os resultados do certame eólico.
"O Proinfa teve um caminho meio errático, então essa alta é explicada pelos projetos que foram entrando no final do prazo do programa", explica Luiz André Sá, do departamento de fontes alternativas de energia do banco.
Segundo ele, os empreendimentos do leilão de 2009 começam a impactar o orçamento do BNDES neste ano juntamente com alguimas usinas viabilizadas nos certames de fontes renováveis, promovidos em 2010. Com isso, a expectativa é que os desembolsos disparem e cheguem a R$2,5 bilhoes em 2011, um crescimento de 309%.
"A tendência é de que os desembolsos se mantenham desse nível de 2011 para cima, ao menos nesses dois próximos anos. E como nesse ano, já temos um leilão marcado, creio que teremos fluxo crescente por um bom tempo", estimou o executivo.

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