terça-feira, 1 de setembro de 2015

Análise de riscos é fundamental para garantir investimentos em parques eólicos, afirma DEWI

As considerações do Alexandre Pereira refletem uma realidade a que o país é refratário mesmo nos dias de hoje: As fontes de financiamento não oficiais precisam de segurança para investir em qualquer em negócio.

Vejam a matéria do Portal Segs.

Considerado estratégico para a diversificação da matriz elétrica nacional, o mercado de eólica no Brasil, apesar do imenso potencial, é iniciante e precisa compreender melhor riscos e incertezas para garantir investimentos em parques eólicos. A opinião é do Diretor Presidente do DEWI do Brasil, Alexandre Pereira.

"Se o Brasil quer continuar se desenvolvendo a um custo de energia razoável, ele precisa da eólica. É algo inevitável. Este é um mercado promissor, no entanto, é um segmento novo, iniciante, e grandes projetos precisam de referências, precisam ser auditados e certificados com selos de qualidade reconhecidos mundialmente, precisam de garantias para viabilizar um fluxo constante de financiamentos ", explica o executivo do DEWI, uma das principais consultorias internacionais na área de energia eólica.

" A análise de risco é um serviço primordial para o setor. Quanto antes forem avaliados os riscos de cada fase de desenvolvimento do projeto, mais fácil será evitar desvios e minimizar erros, garantindo um bom resultado econômico para os investidores", acrescenta.

Com mais de 25 anos de profunda experiência na indústria eólica, o DEWI, que faz parte da família de empresas UL (Underwriters Laboratories), líder global de certificação nas áreas de segurança e desempenho, participa, de 1 a 3 de setembro, no Rio de Janeiro, do Brazil Windpower, principal evento do setor na América Latina.

"Podemos dizer que estamos presentes nos principais projetos de eólica no Brasil. Somos reconhecidos internacionalmente como uma consultoria independente, sem vínculo com nenhuma empresa. Isso permite que possamos emitir laudos e pareceres para diferentes agentes, como bancos, desenvolvedores de projetos eólicos, concessionárias, investidores, operadores, fabricantes de aerogeradores e componentes, e outras empresas do setor de energia elétrica", explica Pereira.

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