16/08/2023

Após Privatização, COPEL deve reforçar seu foco em energias renováveis

Imagem: Copel

A Copel alcançou um marco significativo em sua história no segmento de energia elétrica. Após um processo de 38 semanas desde a apresentação do projeto de lei em novembro, a empresa agora é majoritariamente composta por capital privado. A precificação das ações em R$8,25 e um desempenho notável de 5,7% desde o lançamento das ações trouxe demanda de investidores locais e internacionais confiantes no futuro da empresa.

Nessa nova fase, a Copel está se concentrando em eficiência operacional, alocação de capital e renovação de usinas, com o objetivo de impulsionar a inovação e a sustentabilidade. A venda da Usina Elétrica a Gás de Araucária, embora desafiadora devido a mudanças recentes, está sendo avaliada e a decisão será tomada em breve.

Com um olhar voltado para o futuro, a Copel tem planos de expandir suas atividades no setor de energias renováveis. Recentemente, em Outubro de 2022, a companhia adquiriu por cerca de R$ 1,8 bilhões os Complexos Eólicos Aventura e Santa Rosa e Mundo Novo. Os parques eólicos localizados no estado do Rio Grande do Norte foram objeto de um intenso trabalho conjunto com envolvimento de  diversas áreas da COPEL GT com apoio de grandes empresas do setor financeiro e de energia eólica tais como XP Investiment Banking,  Elementos Brasil, Camargo-SchubertPSR entre outras. 

Imagem: Elementos

Apesar dos desafios, a empresa está otimista em relação ao desinvestimento da unidade de gás e ao direcionamento de recursos para energias renováveis. A companhia Paranaense também reafirmou seu compromisso em manter os acionistas informados, seguindo sua política de transparência, ao definir a discussão sobre os dividendos de 2023 para uma reunião em setembro.

Imagem: Elementos

Confira mais detalhes no Canal Energia e Exame

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09/08/2023

Energia Eólica e Solar no seu teto ao mesmo tempo!!


O sistema inovador PowerNEST, criado pela empresa holandesa Ibis Power, integra geração de energia solar e eólica de maneira eficaz. Através de sua estrutura modular, esse sistema pode ser instalado em telhados, transformando-os em usinas de energia renovável. O segredo está na combinação de turbinas eólicas compactas, posicionadas abaixo de painéis solares bifaciais. Essa configuração permite que o sistema capture energia tanto do sol quanto do vento, maximizando a produção.

O PowerNEST apresenta um mecanismo de canalização de ar que acelera o vento que atinge as turbinas, tornando a geração de energia possível até mesmo em ventos leves. Além disso, a estrutura contribui para o resfriamento dos painéis solares, aumentando sua eficiência em até 25%.

Seu potencial de gerar de seis a 10 vezes mais energia do que sistemas convencionais de geração solar torna o PowerNEST uma solução altamente eficiente. Com unidades modulares de 7,2m por 7,2m, é uma opção versátil para edifícios residenciais, comerciais e públicos com telhados planos, promovendo uma transição para fontes de energia mais limpas e sustentáveis. A instalação ágil e bem-sucedida em projetos na Holanda demonstra o impacto positivo dessa tecnologia inovadora na busca por alternativas energéticas mais inteligentes e ecológicas.

Essa tecnologia inovadora não apenas abre portas para edifícios mais sustentáveis, mas também contribui para uma matriz energética mais diversificada e eficiente. Combinar energia solar e eólica em um único sistema, como o PowerNEST faz, reflete um progresso notável em direção a um futuro mais limpo e sustentável.

Fonte: Matéria de Marcia Sousa no CicloVivo





18/10/2022

Começa Hoje o maior Evento de Energia Eólica da América Latina!




Com a volta dos eventos presenciais, voltamos a nos reunir no SP Expo Imigrantes na capital Paulista de 18 a 20 de Outubro para discutir o futuro da Energia Eólica no Brasil e conhecer as novas tecnologias e inovações para o setor Eólico!! 

Não deixe de participar, presencial ou remotamente, do Brazil Windpower 2022!! 

Estaremos lá com a cobertura de sempre pelo Instagram!

21/07/2022

Energia Solar ocupa 3a. posição na matriz energética brasileira, segundo a ABSOLAR


Importante salientar a relevante participação das fontes renováveis na matriz de energia elétrica do país. Entretanto, não se deve deixar de dar relevância à diversidade de fontes a da matriz energética brasileira. Hidrelétricas representam mais da metade da produção de energia do país, o que ressalta a importância desta fonte como reguladora e armazenadora de energia elétrica. 

A terceira posição da energia solar dividida com as termelétricas é sinalização de racionalidade do mercado uma vez que ficam garantidas fontes despacháveis para nossa matriz extremamente interligada e complementar tanto por fontes como regionalmente (diferentes regimes de chuva). 

Por fim ressaltar o crescimento da fonte eólica que alcançou viabilidade financeira de forma mais rápida do que se antecipava e hoje representa 10,8% da produção de energia elétrica do país. A fontes presença ascendente da energia eólica e solar no Brasil reforçam a tendência de crescimento de fontes renováveis em nossa matriz. 

Novas tecnologias de armazenamento tais como hidrogênio verde e  baterias tendem a viabilizar o crescimento sustentável destas fontes notadamente conhecidas por sua intermitência. 

Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) revelou que os painéis solares já ocupam a 3ª posição na matriz energética brasileira, ficando à frente inclusive das termelétricas, utilizadas durante as secas do governo Bolsonaro para suprir a demanda.

Os dados da Absolar apontam que o país conta atualmente com uma capacidade de produção de 16,41 gigawatts (GW) nas usinas solares fotovoltaicas, levando em consideração a geração centralizada, isto é, projetos de grandes porte e expansão, e projetos de geração distribuída, como aquelas em telhados e fachadas.

Veja a matéria completa elaborada pela da Redação do Yahoo finanças

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21/05/2019

Energia Eólica Offshore une Engie e EDP em joint-venture


Engie e EDP criarão uma joint-venture para suas operações de energia eólica offshore. A nova companhia une franceses portugueses na proporção 50-50% para e exploração e operação de parques eólicos instalados em alto-mar.

Segundo Isabelle Kocher, presidente-executiva da Engie, declarou que "a criação desta JV unirá os projetos que temos. Isso significa que desde o primeiro dia a JV estará entre os cinco maiores 'players' desse mercado, unindo nossas forças".

A joint-venture resultará em porftólio incial de 1,5 gigawatts em construção e 4 GW em projetos em desenvolvimento. Até 2025, Engie e EDP pretendem atingir de 5 a 7 GW de projetos em operação ou construção. Para desenvolvimento a meta é de 5 a 10 GW até 2025.

Embora ambas empresas tenham operações no Brasil não houve menção a projetos Offshore no Brasil. 

Mains informaçoes na matéria do DCI.

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14/05/2019

Brazil Windpower 2019 - Nova Data e Local - 28 a 30/05 - São Paulo/SP




O Brazil Windpower comemora sua décima edição em casa nova já no primeiro semestre de 2019. O evento ocorrerá de 28 a 30 de maio de 2019 no Transamerica Expo Center em São Paulo/SP.

A mudança de data e local vem ao encontro das necessidades dos profissionais do setor uma vez que o núcleo de decisões do setor está concentrado na capital paulista.

Para maiores informações segue link do evento: http://www.brazilwindpower.com.br/inscricoes

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