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12/09/2023

Brazil Windpower 2023 começa hoje! #abeeolica #onshore #offshore #windpower #BrazilWindpower



A Brazil Windpower 2023 começa HOJE! O maior evento de energia eólica da América Latina acontecerá de 12 a 14 de setembro no São Paulo Expo, em São Paulo. Não fique de fora dessa oportunidade incrível de aprendizado e networking! 

Este ano, o tema é "Política industrial verde e transição energética justa: o protagonismo brasileiro". Autoridades e executivos do setor se reunirão para debater os assuntos mais relevantes da energia eólica atual. 

Além das palestras tradicionais, a edição de 2023 trará algo inovador: uma conferência exclusiva sobre Offshore e Hidrogênio Verde. 

É a chance perfeita para ficar por dentro das tendências, fazer contatos com líderes do setor e conhecer as últimas tecnologias das empresas expositoras. 

Não perca essa oportunidade! Inscreva-se agora para a Brazil Windpower 2023 e nos encontramos em São Paulo! 
Acesse agora o link AQUI e não perca a oportunidade de se conectar com profissionais do setor e expandir os seus conhecimentos.

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05/09/2023

Brazil Windpower 2023 traz a temática da Política Industrial Verde e Novas Tecnologias e Inovação

A 14ª edição do Brazil WindPower, o maior evento de energia eólica da América Latina, acontecerá de forma híbrida de 12 a 14 de setembro no pavilhão da São Paulo Expo, em São Paulo. Este evento é uma realização do Grupo CanalEnergia by Informa Markets, em parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC). Para este ano, o Brazil WindPower se superou, expandindo-se para mais de um pavilhão e três arenas de conteúdo simultâneas. Além disso, contará com a participação de mais de 90 empresas expositoras e aproximadamente 30 patrocinadores.


Uma das novidades desta edição é a Arena Ocean Winds Offshore, que estará dedicada à energia eólica offshore e às novas tecnologias, incluindo o hidrogênio verde. Há uma expectativa positiva em relação ao Brasil aproveitar nos próximos meses os marcos legais para a geração de energia eólica offshore e o hidrogênio verde. No Congresso Nacional, estão em tramitação três projetos de lei que buscam regular a geração de energia eólica offshore, sendo o mais promissor deles o PL 576/2021. Adicionalmente, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já recebeu 74 pedidos de licenciamento ambiental para projetos eólicos offshore, que, juntos, somam uma potência de 183 gigawatts (GW).



Nesta edição, os participantes terão ainda mais oportunidades de aprendizado, com atrações simultâneas em três palcos distintos. No primeiro dia, 12 de setembro, o tema central será "Transição Energética Justa". No dia 13, o evento abordará a "Política Industrial Verde" e, no último dia, o enfoque será em "Novas Tecnologias e Inovação".


Uma outra inovação importante é a introdução do Prêmio Estande Sustentável 2023, que tem o propósito de reconhecer as marcas que apresentarem os estandes mais sustentáveis durante o evento. Para concorrer a esse prêmio, as empresas expositoras precisam preencher um questionário que detalha as práticas sustentáveis implementadas em seus estandes.

O Brazil Windpower conta com patrocínio platina de empresas como Fugro, Goldwind, Schneider Electric, Siemens Gamesa e TEN. Além disso, tem patrocínio ouro de Edp Renewables, Hine, New Wind, Nordex, Statkraft, Vestas e WM; patrocínio prata de Dois A, Grupo Cortez, Senai e Techwind; e patrocínio Bronze de Campos Melo Advogados, Construtora Gaspar Mingyang, Omexom, Onyx Insight, Ramboll, Simm, Tecnogera, Voltalia e Weg. Também há o patrocínio Alumínio de Forte Fixadores, Gel, Hitachi, YMS e SGS.


O Brazil WindPower é um evento essencial para profissionais e entusiastas do setor de energia eólica e renovável no Brasil e na América Latina. Com a inclusão da Arena Ocean Winds Offshore e um foco renovado em questões como transição energética, política industrial verde e inovação, esta edição promete ser particularmente relevante para o futuro da energia eólica no país.

Não perca a oportunidade de participar deste evento que impulsiona a discussão sobre o futuro da energia eólica no Brasil e contribui para a transição para fontes de energia mais sustentáveis.



Brazil Windpower 2023 traz a temática da Política Industrial Verde e Novas Tecnologias e Inovação

A 14ª edição do Brazil WindPower, o maior evento de energia eólica da América Latina, acontecerá de forma híbrida de 12 a 14 de setembro no pavilhão da São Paulo Expo, em São Paulo. Este evento é uma realização do Grupo CanalEnergia by Informa Markets, em parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC). Para este ano, o Brazil WindPower se superou, expandindo-se para mais de um pavilhão e três arenas de conteúdo simultâneas. Além disso, contará com a participação de mais de 90 empresas expositoras e aproximadamente 30 patrocinadores.


Uma das novidades desta edição é a Arena Ocean Winds Offshore, que estará dedicada à energia eólica offshore e às novas tecnologias, incluindo o hidrogênio verde. Há uma expectativa positiva em relação ao Brasil aproveitar nos próximos meses os marcos legais para a geração de energia eólica offshore e o hidrogênio verde. No Congresso Nacional, estão em tramitação três projetos de lei que buscam regular a geração de energia eólica offshore, sendo o mais promissor deles o PL 576/2021. Adicionalmente, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já recebeu 74 pedidos de licenciamento ambiental para projetos eólicos offshore, que, juntos, somam uma potência de 183 gigawatts (GW).



Nesta edição, os participantes terão ainda mais oportunidades de aprendizado, com atrações simultâneas em três palcos distintos. No primeiro dia, 12 de setembro, o tema central será "Transição Energética Justa". No dia 13, o evento abordará a "Política Industrial Verde" e, no último dia, o enfoque será em "Novas Tecnologias e Inovação".


Uma outra inovação importante é a introdução do Prêmio Estande Sustentável 2023, que tem o propósito de reconhecer as marcas que apresentarem os estandes mais sustentáveis durante o evento. Para concorrer a esse prêmio, as empresas expositoras precisam preencher um questionário que detalha as práticas sustentáveis implementadas em seus estandes.

O Brazil Windpower conta com patrocínio platina de empresas como Fugro, Goldwind, Schneider Electric, Siemens Gamesa e TEN. Além disso, tem patrocínio ouro de Edp Renewables, Hine, New Wind, Nordex, Statkraft, Vestas e WM; patrocínio prata de Dois A, Grupo Cortez, Senai e Techwind; e patrocínio Bronze de Campos Melo Advogados, Construtora Gaspar Mingyang, Omexom, Onyx Insight, Ramboll, Simm, Tecnogera, Voltalia e Weg. Também há o patrocínio Alumínio de Forte Fixadores, Gel, Hitachi, YMS e SGS.


O Brazil WindPower é um evento essencial para profissionais e entusiastas do setor de energia eólica e renovável no Brasil e na América Latina. Com a inclusão da Arena Ocean Winds Offshore e um foco renovado em questões como transição energética, política industrial verde e inovação, esta edição promete ser particularmente relevante para o futuro da energia eólica no país.

Não perca a oportunidade de participar deste evento que impulsiona a discussão sobre o futuro da energia eólica no Brasil e contribui para a transição para fontes de energia mais sustentáveis.



17/08/2023

Apagão de 15/08 iniciou com atuação do ERAC: Faltou carga girante no SIN


O sistema elétrico teve um período turbulento nas últimas 48 horas. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentou uma avaliação técnica sobre os problemas que aconteceram em 15 de agosto. O problema começou em uma linha de transmissão de propriedade da Eletrobras Chesf. Uma falha no sistema de proteção causou o desligamento dessa linha, que teve um efeito em cascata inesperado.

Em linguagem simples, isso causou interrupções de energia em várias regiões, incluindo Norte e Nordeste, afetando cerca de 27% da carga total. Para evitar um colapso maior, o sistema de segurança entrou em ação, cortando partes da carga controladamente.

Fontes do ONS informaram que houve uma redução do limite de exportação de energia da região NE para o resto do Brasil na última quarta-feira reduzindo de 13 para 8 GigaWatts. Na prática, o ONS reduziu a participação de eólicas e solares no atendimento da carga do País e disponibilizou mais unidades geradoras síncronas ao sistema: Usinas hidrelétricas e Térmicas!

Com a medida adotada hoje,  o Sistema Interligado Nacional (SIN) tornou-se mais robusto e capaz de manter estável  a frequência em 60 Hz em casos de novos distúrbios uma vez que foi aumentada a massa girante do sistema (maior potência). Essa medida do ONS adotada hoje indica de que o sistema no momento da intercorrência de ontem era operado sem um número mínimo necessário de geradores síncronos em operação dentro de um limite de segurança. 

Como o SIN não foi capaz de suportar uma distúrbio na rede a frequência da rede caiu de 60 Hz para 59 Hz e seguiu caindo para 58 Hz acionando  o sistema de proteção ERAC (Esquema Regional de Alívio de Carga)  que isolou o distúrbio e impediu que se propagasse mais ainda por todo o país. Diante da mudança da programação do sistema promovida em 16/08, as usinas hidráulicas estão gerando muito mais do que no momento do apagão. Caso ocorra a mesma falha, não haverá uma nova interrupção. 

No entanto, esta constatação é um indício de que a queda no consumo de energia  elétrica nacional, que tem resultado em restrições de geração a maioria dos geradores de energia eólica e solar fotovoltaica pelo país, fez o sistema sofrer com o excesso de usinas assíncronas (eólicas e solares) na operação do sistema. Fenômeno similar ocorreu na Califórnia, levando a investimentos massivos em armazenamento de energia (Energy Storage). 

O ONS está investigando mais a fundo, e vai compartilhar um relatório detalhado sobre o que aconteceu e as medidas para evitar futuros problemas. Por enquanto, o sistema está sendo operado com mais precaução, reduzindo o carregamento das linhas de transmissão.

As equipes do ONS continuam trabalhando para entender melhor o que aconteceu e garantir a segurança do sistema no futuro. 

Com informações do ONS.

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